Pular para o conteúdo principal

DANDO UM JEITO NO “JEITINHO”


Texto-base: Josué 17.13
Objetivo geral: Devocional

Propósito específico: Devemos evitar o “jeitinho” na sua relação com Deus.

INTRODUÇÃO

O Senhor havia falado ao povo de Israel que ele deveria destruir os habitantes de Canaã. No entanto, como os israelitas se fortaleceram e acreditaram que poderiam obter algum lucro dos cananeus, fizeram desses seus tributários. Essa iniciativa de requerer contribuição financeira dos que moravam na Terra Prometida até poderia parecer boa, mas não era o que o Todo-Poderoso havia determinado, afinal, fazer acordo com o inimigo nunca redundou – e jamais redundará – em sucesso.

E sucedeu que, engrossando em forças os filhos de Israel, fizeram tributários aos cananeus, porém não os expeliram de todo. Josué 17.13

O “JEITINHO” É REBELDIA CONTRA DEUS

Quem agir com rebeldia e não cumprir à risca o que o Senhor determina terá problemas. A justiça opera de acordo com as nossas obras. Por isso, para quem ouve o mandamento divino e o segue, a benção vem; mas, para quem não lhe dá importância, o que lhe está reservado é a maldição.

O povo do Senhor errou em não cumprir a ordem que o Altíssimo dera: destruir os que habitavam na Terra da Promessa. Por isso, a prevaricação de Israel custou um alto preço. Hoje, o mesmo acontece com os que não seguem a determinação do Pai, pois a Palavra declara que o salário do pecado é a morte (Rm 6.23ª) tanto para quem, por exemplo, casa-se com quem não faz parte do Reino do Senhor quanto para os que cometem desonestidade ou adultério.

O cristão que se envolve com os perdidos percebe, mais tarde, que cometeu um grande erro. Afinal, quem não ama o Senhor é capaz de cumprir o que prometeu? Se ele faz pouco caso da Palavra, o que mais pode fazer? Israel, por não ter cumprido a ordenança do Altíssimo, teve muitas dificuldades com os povos que ele decidiu deixar na Terra da Promessa.

O “JEITINHO” NOS AFASTA DAS BÊNÇAOS DE DEUS

O Altíssimo não tinha dito ao Seu povo que fizesse com que os cananeus fossem seus tributários, mas, sim, que os expulsasse de lá. Como não cumpriu o ordenado, Israel teve a ideia de  lhe impor tributo de viver na Terra Santa.

Quem é sábio deve obedecer unicamente ao mandamento divino, pois Satanás gosta de fazer acordos com os homens na tentativa de afastá-los do Onipotente. Aparentemente, os filhos de Israel fizeram um bom negócio. Mas, se, na verdade, Deus quisesse que o povo cananeu pagasse impostos aos israelitas, Ele lhes teria falado isso. O certo é cumprir a real vontade do Pai, e não a permitida, pois quem não cumpre Seu querer cai no laço da iniquidade.

A Palavra declara, em Deuteronômio 28, que o ato de atentar para a ordenança do Senhor ou recusar-se a dar-Lhe ouvidos é o que determina a bênção ou a maldição.

CONCLUSÃO

Devemos ficar atentos ao que fazemos, pois a justiça do Alto opera segundo a nossa obediência, e não quando ignoramos o que nos é ordenado. De Deus não se zomba, e aquilo que o homem fizer é o que terá.

Em Cristo

Marcos Ferreira
26/10/2012
By RRSoares
Extraído:

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O GRITO QUE PAROU JESUS

Havia um homem interessante que andava sempre de bermudas, chinelos, com a barba crescida, e com os cabelos desalinhados! Ele parecia mesmo como um “doidão varrido”, precisava ver só! Era uma figura! O que ele fazia? Ele, simplesmente gritava e gargalhava! Ele parecia que não parava para comer! Era pelas manhãs, às vezes pelas tardes, noites, e também pelas madrugadas da vida! Ele incomodava, viu? Um grito primeiro e, depois, outro grito, complementando o primeiro e era assim que ele fazia: Primeiro: -“ Eu vou dar um grito, aqui, heim!” Segundo: - “Não faz isso, não!” Depois, soltava uma gargalhada gostosa: “Quá - Quá - Quá - Quá – Quá!” Andava, um pouco mais, e explodia outra! Mas, a bem da verdade, aquele era um GRITO INÚTIL! Era um grito incômodo, como o de Bartimeu. Ele estava gritando, ainda que de forma ERRÔNEA, mas gritava a dor do “eu” sozinho, da carência afetiva que, certamente, lhe faltava , ou a dor da incompreensão, da falta de seus parentes ou amigos, a dor dos incomodados que quer…

CADÊ A ALIANÇA DO CORAÇÃO?

— E aí, tudo bem? — pergunto. — Ah, mais ou menos — ela responde. Já vejo na resposta que ela precisa e quer desabafar. Vou perguntando, até que ela desabafa... — Olha, eu recebo as coisas que eu quero, mas minha vida não muda. Eu vou à igreja, oro por minha família e por minha vida financeira, vejo resultados, mas ainda falta algo. Acabei de chegar de uma reunião abençoada em uma de nossas igrejas e, ao fim, estava conversando com essa senhora e resolvi escrever sobre o episódio. Enquanto ela falava, eu prestava atenção olhando para a aliança em meu dedo e foi quando as palavras me vieram: - A senhora está vendo essa aliança? Sabe o que ela significa?
Ela me olhou espantada, deve ter pensado que eu era uma louca, pois não tinha nada a ver com o assunto, mas agora toda sua atenção era minha. Meu marido estava no altar aconselhando, eu apontei para ele e disse: — Quando me casei com ele, eu me comprometi a cuidar dele, ser fiel, ser companheira, fazê-lo feliz e amá-lo de todo coração. …

3. A BÊNÇÃO DE OFERTAR

Devemos entender a benção de ser um ofertante.
Tudo que for semeado produzirá. Quem plantar pouco colherá pouco. Mas aquele que for generoso no ofertar ceifará de modo abundante, pois agrada a Deis. Dessa forma, o poder do Altíssimo operará com liberalidade em seu viver. Pela declaração do apostolo, para quem semeia com mãos fartas, o retorno será na mesma proporção. (2 Coríntios 9.6) Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente.

OFERTA É SINAL DE OBEDIÊNCIA
Nessa passagem, Paulo discorreu mais sobre o ato de ofertar. Sem duvida, Deus não age com ganância – mas com amor – quando nos toca a fim de que contribuamos com certa oferta. É o seu amor paterno que nos fala ao coração a quantia exata a ser doada, e ela não fará falta; ao contrario, trará um retorno abundante.
Quem pouco semeia também colhe pouco, pois essa colheita vem sem a abundância referida na Palavra. Por outro lado, aquele que não é regrado no dar e ofer…