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Ev. Marcos C Ferreira, subida ao Monte

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O GRITO QUE PAROU JESUS

Havia um homem interessante que andava sempre de bermudas, chinelos, com a barba crescida, e com os cabelos desalinhados! Ele parecia mesmo como um “doidão varrido”, precisava ver só! Era uma figura! O que ele fazia? Ele, simplesmente gritava e gargalhava! Ele parecia que não parava para comer! Era pelas manhãs, às vezes pelas tardes, noites, e também pelas madrugadas da vida! Ele incomodava, viu? Um grito primeiro e, depois, outro grito, complementando o primeiro e era assim que ele fazia: Primeiro: -“ Eu vou dar um grito, aqui, heim!” Segundo: - “Não faz isso, não!” Depois, soltava uma gargalhada gostosa: “Quá - Quá - Quá - Quá – Quá!” Andava, um pouco mais, e explodia outra! Mas, a bem da verdade, aquele era um GRITO INÚTIL! Era um grito incômodo, como o de Bartimeu. Ele estava gritando, ainda que de forma ERRÔNEA, mas gritava a dor do “eu” sozinho, da carência afetiva que, certamente, lhe faltava , ou a dor da incompreensão, da falta de seus parentes ou amigos, a dor dos incomodados que quer…

CADÊ A ALIANÇA DO CORAÇÃO?

— E aí, tudo bem? — pergunto. — Ah, mais ou menos — ela responde. Já vejo na resposta que ela precisa e quer desabafar. Vou perguntando, até que ela desabafa... — Olha, eu recebo as coisas que eu quero, mas minha vida não muda. Eu vou à igreja, oro por minha família e por minha vida financeira, vejo resultados, mas ainda falta algo. Acabei de chegar de uma reunião abençoada em uma de nossas igrejas e, ao fim, estava conversando com essa senhora e resolvi escrever sobre o episódio. Enquanto ela falava, eu prestava atenção olhando para a aliança em meu dedo e foi quando as palavras me vieram: - A senhora está vendo essa aliança? Sabe o que ela significa?
Ela me olhou espantada, deve ter pensado que eu era uma louca, pois não tinha nada a ver com o assunto, mas agora toda sua atenção era minha. Meu marido estava no altar aconselhando, eu apontei para ele e disse: — Quando me casei com ele, eu me comprometi a cuidar dele, ser fiel, ser companheira, fazê-lo feliz e amá-lo de todo coração. …

3. A BÊNÇÃO DE OFERTAR

Devemos entender a benção de ser um ofertante.
Tudo que for semeado produzirá. Quem plantar pouco colherá pouco. Mas aquele que for generoso no ofertar ceifará de modo abundante, pois agrada a Deis. Dessa forma, o poder do Altíssimo operará com liberalidade em seu viver. Pela declaração do apostolo, para quem semeia com mãos fartas, o retorno será na mesma proporção. (2 Coríntios 9.6) Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente.

OFERTA É SINAL DE OBEDIÊNCIA
Nessa passagem, Paulo discorreu mais sobre o ato de ofertar. Sem duvida, Deus não age com ganância – mas com amor – quando nos toca a fim de que contribuamos com certa oferta. É o seu amor paterno que nos fala ao coração a quantia exata a ser doada, e ela não fará falta; ao contrario, trará um retorno abundante.
Quem pouco semeia também colhe pouco, pois essa colheita vem sem a abundância referida na Palavra. Por outro lado, aquele que não é regrado no dar e ofer…